Fendas — Trincas isoladas
Fissuras longitudinais, transversais ou de retração térmica sem ramificações. Primeiros sinais de deterioração — janela ideal para intervenção preventiva de baixo custo.
Monitoramento de pavimentos urbanos com aerofotogrametria RTK/PPK,
análise objetiva do IGG e dashboard geoespacial em tempo real.
O UVIAP aplica aerofotogrametria digital de alta resolução para avaliar, de forma objetiva e sistemática, a condição funcional de pavimentos urbanos — eliminando o viés das inspeções manuais tradicionais.
Utilizando o DJI Mavic 3 Multispectral com sistema GNSS RTK e pós-processamento PPK via rede RBMC, geramos ortomosaicos de altíssima resolução sem necessidade de pontos de controle físicos no solo. O resultado alimenta o cálculo do Índice de Gravidade Global (IGG) conforme DNIT 006/2003-PRO, permitindo diagnóstico técnico objetivo e rastreável.
Pipeline técnico completo do levantamento à classificação IGG, conforme normas DNIT.
Delimitação da área, solicitação SARPAS ao DECEA e cálculo dos parâmetros ótimos: altitude 35 m, overlap 80%×70%, velocidade 3,1 m/s. Aprovação conforme RBAC-E nº 94/2017.
838 imagens RGB 20 MP capturadas em 3 planos de voo (77 min). RTK embarcado com base DJI D-RTK 2 para correção diferencial em tempo real. Pós-processamento PPK via estação RBMC 99560.
Processamento no Trimble Business Center: aerotriangulação por feixes de raios, nuvem densa de 161.779 pontos, geração de MDS e ortomosaico TIFF georreferenciado SIRGAS 2000/UTM 23S.
Avaliação visual nas ortoimagens de 36 estações amostrais nos 12 trechos (espaçamento 20 m). Identificação dos 8 tipos de defeitos da DNIT 005/2003-TER.
Frequências absolutas e relativas por tipo de defeito, fatores de ponderação DNIT, cálculo do IGI e IGG por trecho. Classificação de "Ótimo" a "Péssimo" com priorização técnica de intervenções.
Classificação completa conforme DNIT 005/2003-TER. Cada tipo possui fator de ponderação (fp) que impacta o cálculo do IGG.
Fissuras longitudinais, transversais ou de retração térmica sem ramificações. Primeiros sinais de deterioração — janela ideal para intervenção preventiva de baixo custo.
Padrão retangular interligado por variações de temperatura ou perda de elasticidade do ligante. Indicativo de envelhecimento do revestimento asfáltico.
Rede interligada de trincas com erosão nas bordas. Indica fadiga avançada da camada asfáltica por ciclos excessivos de carga — requer intervenção estrutural.
Depressão permanente nas trilhas de roda por deformação plástica da mistura asfáltica sob carga repetida de veículos pesados. Indica subdimensionamento estrutural.
Cavidades formadas pela desintegração localizada do revestimento (panelas) ou deformações onduladas. Maior fator de ponderação da norma — impacto direto na segurança.
Migração de betume à superfície formando filme brilhante e escorregadio. Detectável pela resposta espectral no canal NIR do sensor multispectral.
Perda progressiva de agregados graúdos da superfície por ação do tráfego ou intemperismo. Aumenta rugosidade e permeabilidade, acelerando deterioração estrutural.
Correção localizada por manutenção reativa anterior. Indica histórico de intervenção emergencial e pode mascarar problemas estruturais subjacentes.
Perspectivas de continuidade para uma plataforma de gerência de pavimentos urbanos completa.
RPA RTK/PPK, ortofoto GSD 0,94 cm, inventário de 36 estações e cálculo IGG por norma DNIT.
Plataforma web com mapa Leaflet, dados em tempo real via Google Sheets e histórico temporal por trecho.
Rede neural para classificação automática dos 8 tipos de defeitos nas ortoimagens rotuladas.
Medição de afundamentos com nuvem de pontos densa e modelos preditivos de deterioração.
Sistema completo de gerência com análise de ciclo de vida e priorização automática de intervenções.
Projeto desenvolvido no Departamento de Engenharia Civil da UFSCar com financiamento FAPESP. Questões sobre metodologia, dados ou colaboração são bem-vindas.